domingo, 28 de setembro de 2014

Segunda Opinião Médica

Fonte: Folha de São Paulo

Receber um diagnóstico grave, complicado ou raro, gera mais que que preocupação e angústia. Desperta dúvida. Nada mais justo portanto, que conhecer o ponto de vista de outro especialista, antes de começar o tratamento, às vezes doloroso e responsável por mudanças  definitivas na qualidade de vida do paciente. Em outras palavras, ouvir uma segunda opinião médica. A prática é habitual em países desenvolvidos. Na última década tem crescido no Brasil, especialmente entre pessoas informadas e que podem recorrer aso centros mais avançados de medicina. Mais uma vez friso aqui a diferença que faz ter um BOM PLANO DE SAÚDE, nesse caso ele vai ajudar muito. É um direito do paciente e uma forma moderna de utilizar a medicina a nosso favor.Esse comportamento ainda não se tornou rotina no Brasil por uma questão de cultura. Segundo Antônio Carlos Lopes, professor de clínica médica na Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) "O país põe o médico numa espécie de pedestal. Discordar dele é visto quase como afronta. O paciente tem vergonha de dizer que quer consultar outro especialista antes de aceitar o diagnóstico. Já o médico não tem humildade para dizer que também tem dúvida. "Muitos médicos, por medo de perder o paciente, sequer cogitam a hipótese de mandar o paciente consultar um colega, como é desejável", afirma Lopes.
Vergonha
Já os pacientes, por vergonha dos médicos, procuram outras opiniões escondidos.
A pesquisa de uma segunda, terceira, quarta ou décima opinião pode valer a vida. E até reduzir gastos, por incrível que pareça, porque ele irá confirmar ou questionar os tratamentos.


Sendo assim, vamos fazer valer o nosso direito, sem medos desnecessários!